No Dia Internacional da Solidariedade vicentinos dão um exemplo ao país ajudando refugiados venezuelanos

Famílias de refugiados venezuelanos recebem cesta básica, acolhimento e ajuda dos vicentinos. Crédito: Divulgação

Hoje é dia 20 de novembro, quando é comemorado o Dia Internacional da Solidariedade. E mostrando que a solidariedade realmente não tem fronteiras, integrantes da Sociedade de São Vicente de Paulo, mais conhecidos como vicentinos, de Boa Vista (Roraima), ajudado por outros participantes do país, têm feito a diferença e estendido as mãos aos refugiados venezuelanos que chegam ao Brasil há cerca de três anos. Ao longo desses anos foram 27 famílias atendidas, muitas com idosos e crianças.

O grupo começou pequeno, atendendo cerca de três famílias, em 17 de julho de 2017. “Naquele mesmo ano, por volta de dezembro, a cidade, que apesar de pequena, sempre foi estruturada, começou a receber uma série de famílias venezuelanas, que saíam de seu país em busca de uma vida melhor. Por estarmos na fronteira, muitas paravam aqui, ficavam perto da nossa rodoviária, sem ter nada ou quase nada para vestir, comer e aonde ficar”, lembra vicentina Nadimara Cabuia Mendonça Serrão, presidente da Conferência (nome dado ao grupo de vicentinos), que é composta por 10 pessoas.

“Antes da chegada dos refugiados atendíamos idosos e alguns desempregados. A chegada deles nos trouxe vários desafios, porque eles não tinham aonde ficar, o que comer, como trabalhar. Além disso, ainda tem a questão da língua, que, apesar de ser parecida, tem suas diferenças e demora um pouco para nos entendermos”, conta a Nadimara.

Os vicentinos de Boa Vista começaram a ajuda aos venezuelanos levando aos finais de semana o café da manhã para eles perto da rodoviária da cidade, que é aonde se concentram até hoje quando chegam na cidade. “Depois começamos a cadastrar os que realmente ficavam na cidade, se instalavam em uma moradia e passamos a assisti-los com a cesta básica e a assistência espiritual. A Paróquia São Francisco das Chagas, na qual nossa Conferência está vinculada, faz a doação de roupas. Vicentinos de todo país passaram a nos mandar ajuda”, explica a presidente da Conferência.

Famílias de refugiados venezuelanos recebem cesta básica, acolhimento e ajuda dos vicentinos. Crédito: Divulgação

Hoje é dia 20 de novembro, quando é comemorado o Dia Internacional da Solidariedade. E mostrando que a solidariedade realmente não tem fronteiras, integrantes da Sociedade de São Vicente de Paulo, mais conhecidos como vicentinos, de Boa Vista (Roraima), ajudado por outros participantes do país, têm feito a diferença e estendido as mãos aos refugiados venezuelanos que chegam ao Brasil há cerca de três anos. Ao longo desses anos foram 27 famílias atendidas, muitas com idosos e crianças.

O grupo começou pequeno, atendendo cerca de três famílias, em 17 de julho de 2017. “Naquele mesmo ano, por volta de dezembro, a cidade, que apesar de pequena, sempre foi estruturada, começou a receber uma série de famílias venezuelanas, que saíam de seu país em busca de uma vida melhor. Por estarmos na fronteira, muitas paravam aqui, ficavam perto da nossa rodoviária, sem ter nada ou quase nada para vestir, comer e aonde ficar”, lembra vicentina Nadimara Cabuia Mendonça Serrão, presidente da Conferência (nome dado ao grupo de vicentinos), que é composta por 10 pessoas.

“Antes da chegada dos refugiados atendíamos idosos e alguns desempregados. A chegada deles nos trouxe vários desafios, porque eles não tinham aonde ficar, o que comer, como trabalhar. Além disso, ainda tem a questão da língua, que, apesar de ser parecida, tem suas diferenças e demora um pouco para nos entendermos”, conta a Nadimara.

Os vicentinos de Boa Vista começaram a ajuda aos venezuelanos levando aos finais de semana o café da manhã para eles perto da rodoviária da cidade, que é aonde se concentram até hoje quando chegam na cidade. “Depois começamos a cadastrar os que realmente ficavam na cidade, se instalavam em uma moradia e passamos a assisti-los com a cesta básica e a assistência espiritual. A Paróquia São Francisco das Chagas, na qual nossa Conferência está vinculada, faz a doação de roupas. Vicentinos de todo país passaram a nos mandar ajuda”, explica a presidente da Conferência.

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